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Historia de terror

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Comentários

  • CPT. Jax Teller (BR1)CPT. Jax Teller (BR1) Postagens: 14,705
    editado 29.08.2015
    isso nem história é, é só propaganda '-'

    ai ai, deixa eu voltar pro nfs que ganho mais
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  • Vendetta (BR1)Vendetta (BR1) Postagens: 15,440
    editado 29.08.2015
    isso pq vc viu nos comentarios do site q eu peguei '-'
    half life tem um mod d fear, acho q vou baixar
    twonay001 @ es 1
  • Vendetta (BR1)Vendetta (BR1) Postagens: 15,440
    editado 30.08.2015
    180?cb=20130319201732&path-prefix=pt-br

    A mulher sem expressão

    Em junho de 1972, uma mulher apareceu no Hospital Cedar Senai, Com nada mais que longas vestes brancas cobertas de sangue. Agora, isso, por si só, não deveria ser tão surpreendente como muitas vezes as pessoas têm acidentes nas proximidades e vão para o hospital mais próximo para atendimento médico. Mas havia duas coisas que causaram nas pessoas que a viram náuseas e terror.

    A primeira é que ela não era exatamente "humana". Ela parecia algo próximo a um manequim, mas teve a destreza e fluidez de um ser humano normal. Seu rosto, era tão perfeito como um manequim, desprovidos de sobrancelhas e coberto de algo como maquiagem.

    Ela tinha grandes presas entre os dentes, as mandíbulas presas tão artificialmente e firmemente em torno de não poder ser visto o resto dos dentes. O sangue ainda estava esguichando sobre seu vestido e escorria para o chão. Ela, então, puxou o sangue para fora da boca, jogou-o de lado e entrou em colapso.

    A partir do momento em que ela atravessou a entrada ela foi levada para um quarto do hospital limpo antes de ser preparada para a sedação, ela estava completamente calma, inexpressiva e imóvel. Os médicos acharam melhor contê-la e esperar até que as autoridades chegassem e ela não protestou. Eles não foram capazes de obter qualquer tipo de resposta dela e a maioria dos membros da equipe se sentia muito desconfortável de olhar diretamente para ela por mais de alguns segundos.

    Mas no segundo dia, quando a equipe tentou sedá-la, ela lutou com força extrema. Dois membros do pessoal tiveram que segurá-la, foi quando seu corpo se levantou na cama com aquela expressão, em branco.

    Ela virou os olhos sem emoção para o médico do sexo masculino e fez algo incomum. Ela sorriu.

    Quando ela fez, a médica gritou e ficou completamente em choque.

    Na boca da mulher não eram dentes humanos, mas longas presas afiadas. Muito longas para a sua boca para fechar completamente sem causar nenhum dano...

    O médico olhou para ela por um momento antes de perguntar "Que diabos é você?"

    Ela rachou o pescoço até os ombros para observá-lo, ainda sorrindo.

    Houve uma longa pausa, a segurança foi alertada e pode ser ouvido vindo pelo corredor.

    Quando ela ouviu, ela disparou para a frente, afundando seus dentes na frente da garganta do medico, rasgando a sua jugular e deixando-o cair no chão, se engasgando com seu próprio sangue.

    Ela se levantou e se inclinou sobre ele, o rosto chegando perigosamente perto de seu rosto quando a vida desapareceu de seus olhos.

    Ela se aproximou e sussurrou em seu ouvido.

    "Eu... sou... Deus..."

    Os olhos da equipe, cheios de medo, que a observava calmamente de pé aguardando a chegada da segurança. Ela iria acabar com cada um deles um por um.

    A médica que sobreviveu ao incidente deu a ela o nome de "A mulher sem expressão".

    Nunca houve um avistamento dela novamente.
    twonay001 @ es 1
  • Vendetta (BR1)Vendetta (BR1) Postagens: 15,440
    editado 01.09.2015
    e começamos uma nova série ''Lugares Estranhos'' aproveitem.
    Sen1.jpg

    Lugares Estranhos: O Túnel Sensabaugn: passagem para o inferno

    Assassinato.

    Morte.

    Rituais Diabólicos.

    Tudo isso faz parte do folclore que cerca um dos lugares mais estranhos nos Estados Unidos, localizado no sudoeste do Tennessee. Poucos lugares nos dias atuais conseguem inspirar mais medo e apreensão do que o notório Túnel Sensabaugh.

    Habitantes da região sentem que o túnel é um lugar maligno e que deve ser evitado a todo custo. O Tunel Sensabugh já faz parte do folclore do Tennessee como um lugar em que aparições são vistas, em que motores de automóveis simplesmente param de funcionar, onde o choro de bebês e gritos de socorro de mulheres podem ser ouvidos ecoando pela eternidade através de suas escuras paredes de concreto.

    Mas qual é a verdadeira história desse lugar infame e porque tantas pessoas temem se aproximar dele? Quais são os fenômenos aos quais ele está associado? O que se sabe de concreto e o que não passa de estória de fantasma? Os segredos profundos do Túnel Sensabaugh são muito mais aterradores do que qualquer lenda urbana.

    O túnel Sensabaugh está localizado próximo a estrada Big Elm em Kingsport, Tennessee, e não ficava muito longe de uma antiga mansão erguida em meados do século XIX. Com cerca de 40 metros de comprimento o túnel foi construído em 1920 para facilitar a passagem dos moradores e permitir o acesso mais rápido entre o vale e a cidade adjacente. Atualmente a passagem se encontra em estado de abandono. Há outras vias mais claras e seguras. A estrada que conduz até ele só é utilizada pelos habitantes locais, e mesmo assim apenas raramente. Existem rachaduras no cimento e pichações em todo o canto, fissuras e buracos cheios de água acumulada da chuva. O túnel é escuro e está em péssimo estado de conservação, pontos de alagamento, infiltração e mofo se acumulam, enquanto que no chão há seringas descartadas, evidenciando a presença de drogados. Mas nem sempre foi assim. Por algum tempo o túnel foi um lugar comum, nada além de uma via utilizada pelos habitantes de Kingsport.

    Ele se tornou famoso em face de um notório assassinato que teria ocorrido em seu interior alguns anos depois de sua inauguração.

    sen3.jpg

    Existem três versões de como aconteceu esse crime, todas tem em comum o fato de envolver um bebê de poucas semanas. A versão mais conhecida é que nos anos 30 um vagabundo invadiu a casa da família Sensabaugh, membros proeminentes na sociedade local. O sujeito entrou na casa durante a madrugada, enquanto todos estavam dormindo. Ele começou a roubar tudo de valor em que conseguia colocar as mãos. Foi quando o Sr. Sensabaugh ouviu um ruído e levantou para apanhar sua arma. O vagabundo teria corrido para o quarto ao lado onde dormia a criança e a agarrou para usar como escudo. Segurando a criança na sua frente ele correu porta afora. Sabendo que se fosse pego, poderia ser linchado o homem se meteu na floresta próxima a fim de se esconder. O melhor esconderijo que ele encontrou foi o velho túnel. Ele não sabia o que fazer com o bebê que assustado não parava de chorar, então resolveu afogar a pobre criança em uma poça de água e atirar seu corpo em um buraco. Quando foi capturado, o homem confessou a estória, mas o corpo do bebê jamais foi encontrado. Mesmo assim ele foi mandado para a cadeira elétrica por assassinato.

    As outras duas versões não envolvem a figura do vagabundo. De acordo com uma, o Sr. Sensabaugh vivia com sua família em uma boa casa, bem próxima da entrada do túnel. Um dia ele simplesmente enlouqueceu depois de ter perdido tudo o que tinha na crise de 1929. Cheio de dívidas e prestes a perder a propriedade, ele matou toda família com um machado. Em seguida apanhou o filho recém-nascido e o lançou numa fissura que havia se aberto no interior do túnel. Se essa versão é verdadeira, ela não consta nos arquivos da polícia local, mas alguns dizem que a razão é que muita gente na época simplesmente enlouqueceu, e para evitar que casos assim se alastrassem, as autoridades preferiram abafar a estória. Moradores mais antigos juram que essa é a verdade.

    Finalmente, a última versão diz que a Sra. Sensabaugh teria sido a responsável pela tragédia depois de ter dado a luz ao seu quarto filho. Enlouquecida e tomada por um total desespero (talvez causado pelo estado puerperal) ela colocou veneno de rato no jantar que serviu para a família e silenciosamente observou cada um deles agonizar em convulsões. Em seguida subiu até o quarto onde o bebê dormia num berço. Ela carregou a criança para dentro do túnel onde os dois desapareceram nas trevas. Seus corpo jamais foram encontrados. A casa dos Sensabaugh não existe mais, ela foi demolida em 1950.

    Se qualquer uma dessas versões for remotamente verdadeira, não resta dúvida de que a tragédia aconteceu há muito tempo, possivelmente alguns anos depois do túnel ter sido aberto, no máximo uma década depois. Seja como for, a tragédia real ou inventada foi incorporada de tal maneira pelos moradores da área que muitos são incapazes de questionar sua veracidade.

    sen5.jpg

    Os mais supersticiosos acreditam que o fantasma do bebê assombra o túnel. Dizem que ele pode ser ouvido claramente chorando de fome e solidão. Algumas pessoas tinham o hábito de deixar presentes para o bebê, brinquedos, chupetas e mamadeiras, mas o costume parece ter desaparecido depois de um tempo.

    As estórias sobre o fantasma começaram quando algumas pessoas que passavam de carro pela área afirmavam ouvir o choro de uma criança recém-nascida. Logo depois os carros apresentavam algum defeito. Segundo os boatos quando o carro enguiça misteriosamente dentro do túnel, ele custa a pegar novamente. O som do choro nesses casos pode ser ouvido entre as tentativas de dar a partida no veículo. Pelo menos dois forasteiros teriam ouvido o som e desceram do carro para revistar o túnel, pensando que poderia ser uma criança perdida. Andando na escuridão um deles teria perdido o equilíbrio, tropeçado e caído fraturando o crânio na calçada de concreto. Outro teria ouvido o som, investigado e determinado que o choro vinha de um buraco muito estreito onde ele não conseguiria entrar. O sujeito voltou até Kinsgsport e tentou arranjar ajuda, mas ninguém quis acompanhá-lo até o túnel. Ele teria voltado sozinho, e viu algo tão terrível que foi achado no dia seguinte andando pela floresta confuso e perturbado. Seus cabelos haviam ficado brancos como giz.

    Há também aqueles que dizem ter ouvido os passos do Sr. Sensabaugh ecoando pelo túnel e uma sombra sinistra surgir nas paredes carregando o que parecia ser um machado. Uma testemunha relatou que viu o reflexo de um homem no espelho retrovisor de seu carro, apenas para se voltar e não encontrar nada ali.

    Nos anos 40-50, o túnel foi usado como ponto de encontro para namorados e amantes que o utilizavam para encontros fortuitos onde podiam aproveitar do silêncio e isolamento. Jovens casais de namorados interessados em esconder sua ligação amorosa se valiam da total privacidade oferecida pelo local. É claro, as estórias de tragédia e fantasmas também serviam para inflamar as coisas e aumentar ainda mais a sensação de perigo e excitação.

    Há pelo menos uma estória de tragédia envolvendo um desses casais de amantes. Um marido ciumento teria suspeitando que a esposa estava tendo um caso começou a ficar atento a suas saídas no meio da tarde. Um belo dia, ele resolveu segui-la e ela o levou até o túnel. O sujeito armado com (adivinha só?), um machado entrou na passagem e flagrou os dois pombinhos. Furioso ele os matou, esquartejou os corpos, colocou-os em uma lona cheia de pedras e jogou em um buraco alagado. Ele teria se suicidado quando deram pela falta do sujeito que segundo as más línguas era um político local.

    sen4.jpg

    Menos frequente do que as estórias sobre o bebê, fala-se de duas assombrações ensanguentadas e mutiladas vagando na escuridão. Em algumas estórias mais picantes, pessoas teriam visto um casal fazendo sexo no interior do túnel. Os mais curiosos que paravam para espiar a intimidade alheia se arrependiam, pois depois de alguns instantes os amantes assumiam uma forma cadavérica.

    Quando uma segunda estrada foi aberta em meados dos anos 1950, o túnel deixou de ser usado, a não ser por alguns casais, adolescentes, vagabundos andarilhos e drogados.

    Em 1966, três rapazes teriam usado o túnel como lugar para se drogar. Os corpos de dois deles foram achados, vítimas de overdose na metade da passagem subterrânea. Mas o terceiro rapaz, um tipo de rebelde que usava casaco de couro, foi preso pela polícia no dia seguinte. Ele contou uma estória esquisita. Disse que os amigos se mataram, aplicando uma dose letal de heroína nas veias, depois de ouvir algumas vozes no fundo do túnel. O rapaz também ouviu as tais vozes misteriosas e chegou a preparar uma seringa, mas no último momento reuniu todas as suas forças e correu sem olhar para trás. Apesar de ter sobrevivido a experiência, ele acabou indo parar em um centro de reabilitação onde morreu em um estranho acidente.

    Anos mais tarde, em plenos anos 1970, outro grupo de adolescentes teve a ideia de explorar o túnel e realizar ali dentro uma cerimônia para contatar espíritos usando um tabuleiro Ouija. A ideia (brilhante!) era contatar os dois rapazes que haviam morrido poucos anos antes e perguntar o que havia acontecido com eles. A tal brincadeira, acabou muito mal com o tabuleiro captando dezenas de mensagens sem sentido que deixaram os adolescentes apavorados. Um deles teria enlouquecido de medo e correu às cegas se atirando em uma das fissuras do solo. A polícia procurou o corpo por dias a fio, mas não conseguiu corroborar a estória que os outros contaram. O promotor distrital do condado de Kingsport chegou a processar os envolvidos, acreditando que eles estivessem envolvidos de alguma forma no desaparecimento, mas o caso foi encerrado sem provas.

    Na década de 80, houve uma multiplicação de estórias absurdas sobre seitas satânicas e missas negras em todos os Estados Unidos. Um fenômeno que beirou a histeria coletiva e que perdurou até o início dos anos 1990. De repente a América parecia estar sob o ataque de seguidores de crenças satânicas dispostos a realizar sacrifícios. Apesar do que se pensava na época, a maioria dos ditos "cultos satânicos" não passavam de fraudes exageradas pela mídia ou de grupos de baderneiros com leve interesse no oculto, mas nenhuma vocação verdadeira.

    Um lugar com longa tradição de estranheza como o Túnel Sensabaugn acabou atraindo sua parcela de malucos que acreditavam no sobrenatural e que estavam dispostos a "se comunicar com os espíritos presos nas profundezas". Depois que o lugar foi invadido e grafitado com cruzes invertidas, pentagramas e palavras diabólicas escritas em latim, as autoridades resolveram fechar o túnel de vez e lacrar sua entrada com tábuas, afixando um aviso de que invasores responderiam judicialmente.

    sen6.jpg

    É claro, a medida não impediu que alguém ocasionalmente entrasse no túnel, acendesse velas negras e contasse vantagem afirmando ter visto espíritos, fantasmas, assombrações e até demônios. Uma das lendas que tomaram forma nessa época envolvia as estranhas fissuras no concreto. Segundo alguns, essas falhas profundas seriam uma passagem para o próprio inferno e através dela, horrores do submundo teriam vindo à superfície para criar todo tipo de tragédia.

    A última notícia curiosa que se tem do Tunel Sensabaugn envolve a gravação de um episódio de programa de televisão sobre os lugares mais assombrados da América. Um grupo de "especialistas no sobrenatural" conseguiram permissão para entrar no túnel e realizar uma exploração psíquica. Dois dos sensitivos teriam captado presenças fantasmagóricas habitando o lugar, mas nenhuma tentativa de contato resultou em sucesso. Apesar do aparente fracasso, a exposição na mídia reacendeu a curiosidade sobre o local que foi considerado em pesquisas recentes um dos mais assombrados do país.
    twonay001 @ es 1
  • CPT. Jax Teller (BR1)CPT. Jax Teller (BR1) Postagens: 14,705
    editado 04.09.2015
    kkkkk isso não é terror não '-'

    até half life dá mais susto que isso '-'

    posta uma história pesada mano '---'
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  • Vendetta (BR1)Vendetta (BR1) Postagens: 15,440
    editado 04.09.2015
    nao posso, sheriffão não permite ;-;
    ja postei do gta q foi censurada, imagens do exorcismo de annelise mitchel q tbm foi censurada ;-;
    twonay001 @ es 1
  • Vendetta (BR1)Vendetta (BR1) Postagens: 15,440
    editado 04.09.2015
    LSD_Coverart.png

    LSD: Dream Emulator

    Há alguns anos atrás, enquanto eu procurava por jogos paranormais ou assustadores, eu esbarrei com um de origem Japonesa, totalmente obscuro e feito para Playstation chamado “LSD: Dream Emulator”. Apesar de ter sido lançado em um número limitados de cópias, vários sites disponibilizavam para download. Obviamente, eu o baixei, converti, e comecei a jogar.
    Infelizmente o ISO estava corrompido – ou tinha sido ripado errado – pois eu não conseguia nada além da tela de título e, quando consegui algo mais eu via uma mistura bagunçada de cores e um som estranho, como estática de rádio. Eu tentei re-baixar o ISO várias vezes,tentando de sites diferentes, mas toda a vez acontecia a mesma coisa. Cores estranhas, e barulho confuso de estática. Tentei colocar varias perguntas em sites de jogos, mas raramente alguém já havia ouvido falar no jogo, e quase ninguém tinha jogado. Descobri então que o jogo tinha um grupo de seguidores, aqui e no Japão, e depois de muito procurar achei um grupo de fãs no Yahoo dedicado ao jogo.
    Eu postei uma pergunta, querendo saber se alguém tinha dado um jeito de fazer o jogo funcionar em emuladores. Então alguns dias depois eu recebi uma resposta.
    “Olá. eu fui membro de um dos grupos que lançou o LSD ripado. Nós conseguimos ripar com sucesso, mas nunca conseguimos fazer com que ele funcionasse em emuladores, apenas no hardware original. “
    A partir desse ponto, eu tinha praticamente desistido. Eu não tinha um console de Playstation, e minha fixação por algo era curta, e eu já tinha começado a me concentrar em outras coisas, como Eversion e Yume Nikki.
    Então, no começo desse ano, o LSD foi lançado na Network Japonesa do Playstation. Eu então lembrei o quanto eu tinha tentado jogar, até mesmo procurado no eBay algumas vezes, na vaga esperança de achar uma cópia barata.
    Então, fiz uma conta, um cartão JPN PSN, e comprei o jogo. Depois de baixar e instalar, eu comecei a jogá-lo. O logo da Playstation apareceu normalmente, mas com o SCEI junto, sendo que era um jogo Japonês. Não havia tela de copyright, mas eles haviam retirado de vários outros jogos também.
    O vídeo da intro começou a rodar depois disso. Várias palavras diferentes e coloridas pularam pela tela, formando “Linking the Sapient Dream” (N.T: Ligando o Sonho Sapiente, em tradução livre.) várias vezes (aparentemente isso era o que significava LSD).
    Eu apertei o botão de circulo, e o jogo foi para a tela de título. Não havia nenhuma tela de “Press Start”, ia direto para uma com 4 opções. Start, Salvar, Carregar, e Opções. Em baixo do Start havia uma linha com texto, dizendo que dia você esteve lá. Aparecia então “a DIA 01”
    Apertei Start.

    Uma coisa que eu tinha aprendido com aquele grupo do Yahoo, é que o primeiro dia começava em uma casa japonesa, com três andares. O conteúdo da casa era aleatório. O jogo inteiro era jogado em visão de primeira-pessoa.
    Eu andei pelo corredor onde comecei, e fui até uma estante de livros, quando a tela começou a ficar branca. A coisa estranha sobre esse jogo é que você pode interagir com qualquer coisa. Andar até qualquer objeto manda você para um novo lugar, o que o jogo chama de “Conectar”.
    O branco foi sumindo e eu estava em um campo. Eu não conseguia ver em uma distancia muito grande, pois a maior parte da área estava com uma grossa neblina. Os gráficos eram bem básicos, quase não tendo textura neles. Andei em frente, eventualmente batendo em uma árvore, o que me mandou para outro lugar.
    Agora, as coisas tinham ficado mais sinistras. Eu estava em uma cidade escura, em cima de um píer de metal. Um barco apareceu entre a neblina na água, e postes de luz iluminavam as ruas. Eu andei pela estrada e me deparei com várias ruas. Graffiti cobria algumas paredes, estranhos multicoloridos olhando para mim. Então eu ouvi um barulho e a tela piscou rapidamente. Eu virei pra trás.
    Atrás de mim, havia um homem. Ele estava usando um chapéu cinza e um casaco longo. Ele veio andando lentamente até mim, quase como se deslizasse no chão.
    Eu tentei andar para trás, para desviar, mas meu controle não estava respondendo. E ele estava chegando cada vez mais perto.
    Por um milésimo de segundo, dois pontos vermelhos apareceram por baixo de seu chapéu, então a tela piscou de novo.
    Dessa vez eu estava de volta na casa.
    Entretanto,algo havia mudado.
    As textura das paredes não eram mais as mesmas, haviam sido trocadas por imagens de violência real. Mulheres sendo estupradas, crianças dilaceradas, Canibalismo, um japonês esmagando os próprios dedos com um martelo.

    Enquanto eu me movia para dentro da casa, as imagens ficavam pior, e a musica ficou distorcida e diminuindo lentamente. O corredor era mais longo do que antes, e estava escurecendo.
    Eu sabia o que estava no fim do corredor.
    Era Ele.
    Eu segui em frente, o ácido estomacal na minha garganta lutando contra a ânsia de vomito, assim que as fotos subiam a níveis extremos de obscenidade e violência. Alguns passos a frente, um homem removendo as pernas de um menininho. Um pouco mais, uma mulher grávida arrancando e cortando seu próprio feto. Um pouco mais ainda, um grupo de homens cortava uma vaca em pedaços, envolvendo os órgãos internos em seus corpos. Perto do fim, pessoas sendo forçadas a comer pedaços de um cadáver infantil, vomitando enquanto comiam.
    Finalmente, eu cheguei no final do corredor.
    A tela escureceu e uma linha de texto apareceu.
    http://www.oharaweb.jp/LSD/GMN.html
    Eu escrevi o link rapidamente e uns segundos depois, a tela clareou até retornar aparecer o título.
    Nesse momento o status marcava “D dIa 00”
    Eu tentei escolher o Start de novo, mas o jogo não me deixava continuar. Eu reiniciei meu PS3, e o status voltou para “a DIA 01”.
    Antes de jogar novamente, eu tentei o link. Ainda funcionava, e a pagina apareceu, escrita toda em Japonês. Mais abaixo na página, havia uma imagem do homem Cinza, como ele havia aparecido. Eu não sei ler japonês, mas um dos meus amigos sabia. Ele viveu no Japão por alguns anos, então ele podia ler e falar a língua fluentemente. Eu copiei os escritos e chamei ele para minha casa.
    Depois que ele apareceu, eu passei a hora seguinte explicando para ele o que tinha acontecido. Obviamente, ele não acreditou em mim. Quem iria? Mas ele concordou em dar uma olhada no escritos da página.
    Depois de varias tentativas, eu não consegui fazer com que a página aparecesse de novo, então dei para ele a cópia que eu tinha feito.
    Ele olhou por alguns minutos a cópia e então ficou pálido. Ele devolveu para mim e sentou no sofá.
    Ele não falou nada nos 5 minutos seguintes, então ele me disse o que dizia.


    “Se você está lendo isso, muito bem.
    Você viu o homem como ele é.
    O que ele fez comigo enquanto eu dormia, enquanto eu
    sonhava o seu pesadelo obscuro, Você também
    os viu. Aquelas imagens violentas
    dele. Ele não tem forma, apenas o
    homem dos sonhos. Ele causou tudo isso, estes
    inocentes, e possessivos. Ele os fez fazer
    isso. Ele me fez fazer aquele jogo.
    CINZACINZACINZACINZACINZACINZA”


    Assim que meu amigo terminou, ele se levantou, pegou seu casaco, e disse “Seja lá o que você viu nesse jogo, não me conte nada.” Então saiu.
    Na semana seguinte ele voltou para o Japão. Eu não consegui jogar aquele jogo novamente, pois estava um pouco apavorado. Algumas semanas depois de meu amigo ir para o Japão eu recebi uma ligação: Ele tinha matado um homem, e então cometeu suicídio.
    O homem que ele havia matado era Osamu Sato, que era o designer principal do LSD.
    (E sim, esse jogo REALMENTE existe)

    Este vídeo mostra um gamer jogando o LSD. Perceba como o game é bizarro. Qualquer objeto que ele toca, é transportado para outro cenário. No vídeo ele encontra com o “homem cinza” ( que é muito semelhante ao “hat man”, das “pessoas sombras”) mas retorna para tela inicial após olhar para o lado oposto.
    twonay001 @ es 1
  • CPT. Jax Teller (BR1)CPT. Jax Teller (BR1) Postagens: 14,705
    editado 04.09.2015
    twonay escreveu: »
    nao posso, sheriffão não permite ;-;
    ja postei do gta q foi censurada, imagens do exorcismo de annelise mitchel q tbm foi censurada ;-;[/QUOTE

    ele não deixa fazer nada '-'
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    editado 07.09.2015
    win2.jpg

    Lugares Estranhos: A Mansão Winchester - Uma casa construída pela tristeza

    Não é fácil imaginar o tamanho da dor acumulada de se perder uma filha e o esposo. Mas se você tivesse uma enorme fortuna a sua disposição e todo o tempo do mundo, você poderia imaginar uma maneira de lidar ou até superar essa perda?

    A resposta é provavelmente sim. Mas cada um tem sua forma de lidar com a perda.

    A maneira como a senhora Sarah L. Winchester reagiu a morte de sua filha recém nascida e de seu amado marido, resultou em uma impressionante reflexão arquitetônica de sua própria psique. E fez surgir um verdadeiro monumento conhecido como Winchester Mystery House (A Casa Winchester dos Mistérios) que tem em suas raízes, da fundação ao telhado, as tragédias pessoais sofridas por essa mulher. A casa serve ainda como o legado permanente a respeito de uma das mais emblemáticas armas criadas, o legendário rifle de repetição Winchester, conhecida como “a arma que conquistou o Oeste selvagem".

    Nascida em meados de 1840, Sarah Lockwood Pardee era filha de Leonard Pardee e Sarah Burns, um fabricante de carruagens de New Haven, Connecticut. Conhecida como “A Bela de New Haven,” Sarah desfrutava de todas as vantagens que nascer em berço de ouro proporcionava. Ela estudou em bons colégios, foi educada por tutores e viajou por boa parte do mundo. Ela também falava quatro idiomas e tocava piano de forma maravilhosa. O título de "bela" também era merecido, já que Sarah era considerada a mais linda jovem herdeira de Connecticut.

    Em 1862, Sarah casou com William Wirt Winchester, filho de Oliver Fisher Winchester, Governador de Connecticut e fabricante do famoso rifle de repetição Winchester. O casal em uma época de aparências realmente se apaixonara e os dois viveram felizes por muitos anos enquanto a fortuna da família se multiplicava. Eles se mudaram para a Nova Inglaterra e eram considerados um dos mais bem sucedidas famílias na época. Entretanto, em 1866, veio o desastre quando a jovem filha do casal, Annie, morreu de uma doença infantil conhecida como rasacus. (Essa é uma doença na qual a criança é incapaz de engolir enquanto dorme e acaba se engasgando com a própria saliva).

    win1.jpg
    Fotografia tirada em 1920

    A Sra. Winchester se deixou dominar por uma profunda depressão da qual jamais se recuperou. Alguns anos depois, seu marido sofreu uma morte prematura vítima de tuberculose o que apenas agravou seu quadro de desespero e desesperança.

    Sarah perdeu peso, empalideceu e deixou de ter a beleza pela qual ficara famosa. Ela mandou tingir todas as suas roupas de preto e se retirou dos eventos sociais dos quais gostava tanto de participar. As janelas da grande mansão onde ela vivia foram fechadas e cobertas com cortinas, o pátio foi fechado, o jardim deixou de ser cuidado e os empregados foram quase que inteiramente dispensados. Alguns diziam que sua tristeza era tamanha que ela passava os dias imersa em lamentos apenas controlados pelo láudano. Para ajudar Sarah a lidar com a perda, alguns amigos a convenceram a procurar um espiritualista e se consultar com um médium.

    De acordo com algumas fontes, o médium que visitou a Sra. Winchester explicou que a fortuna da família havia sido construída com base na ruína de milhares de pessoas e na tristeza causada pela arma letal criada e comercializada por eles. Mais do que isso, os Winchester estavam fadados a sofrer pela eternidade pelos seus erros e por ter criado um dispositivo responsável por tantas desgraças. O médium afirmou categoricamente que havia uma maldição em ação e que os membros da família nunca teriam paz, estavam fadados a morrer e sofrer pela eternidade.

    O homem foi muito convincente dizendo que era capaz de sentir os fantasmas de centenas ou milhares de pessoas andando pela mansão em uma espécie de procissão estoica. Haviam muitos índios, muitos soldados que participaram da Guerra Civil e uma quantidade incontável de vítimas baleadas. Em comum o fato de que todas aquelas assombrações carregavam em seus corpos ferimentos de balas deixados por armas Winchester. Sarah ficou impressionada pela descrição do espiritualista e pelas suas observações dos fantasmas de homens, mulheres e crianças mutilados vagando pelos corredores.

    O homem, no entanto, sinalizou com uma alternativa para aquela terrível situação. A Sra. Winchester deveria se mudar para o Oeste, abandonar o quanto antes aquela casa e satisfazer o desejo de seus ocupantes construindo para eles uma casa ainda maior. Ele foi enfático: uma casa deveria ser construída e continuar crescendo para que os fantasmas continuassem em sua procissão eterna, consequentemente deixando a família Winchester em paz. Dessa forma, sua filha e seu marido também seriam poupados do tormento dos fantasmas e da maldição que pesava sobre todos os que ganharam riqueza com a morte alheia.

    Quando a Sra. Winchester se despediu do médium, ela tinha algo para se apegar, uma esperança ou mais importante, algo para ocupar a sua mente tomada pelo luto.

    Não importa quais fossem as suas motivações, a Sra. Winchester mandou empacotar as suas coisas o mais rápido possível e deixou a Costa Leste para visitar uma sobrinha em Menlo Park, na California. Enquanto estava lá ela encontrou o lugar perfeito para construir a sua nova casa no Vale de Santa Clara. Em 1884, ela assinou os papéis para a compra de uma fazenda a apenas três milhas a oeste de San Jose - e nos trinta e oito anos seguintes não parou de construir e expandir o complexo que hoje é chamado de Winchester Mystery House.

    Por volta do final do século XIX, o Vale de Santa Clara era um lugar idílico com paisagens de tirar o fôlego. Foi nesse ambiente sereno tipicamente rural que a Sra. Winchester começou o seu excêntrico projeto de construção, que ela comandou com uma determinação que beirava a obsessão. O primeiro passo foi contratar um verdadeiro exército de construtores, capatazes, pedreiros, carpinteiros e obreiros. Todos eles trabalhavam vinte e quatro horas, sete dias por semana. Havia abono pela produtividade e ela mandou vir mais trabalhadores dos estados vizinhos para que o trabalho não parasse nem mesmo durante os feriados. Ela chegava a contratar trabalhadores que aceitavam ficar longe de suas famílias mesmo durante o Natal e Ação de Graças e montava abrigos com calefação para que os trabalhadores pudessem dormir no lugar.

    Na virada do século, a casa já contava com 80 salões distribuídos em sete andares da mansão principal. A propriedade não parava de crescer e foi aumentada com a inclusão de orquidários, jardins, árvores frutíferas, quintais e bosques.

    Os recursos financeiros da Sra. Winchester eram virtualmente inesgotáveis; com a morte de seu marido ela recebeu milhões de dólares como parte da herança e 777 ações preferenciais da Winchester Repeating Arms Company. Com a morte de sua sogra em 1897, ela recebeu mais 2,000 ações, o que representava mais de cinquenta por cento do ativo da empresa. Todos esses proventos geravam uma renda que nos valores atuais, corrigidos equivaleria a milhares de dólares ao dia.

    A combinação de sua vasta fortuna com o projeto peculiar de construção, deu origem a inúmeros rumores na pequena comunidade onde a mansão continuava crescendo sem parar. Todos eram unânimes ao afirmar que a Sra Winchester era extremamente generosa com seus empregados, pagando até três dólares por dia de trabalho, quando a média de outros empregadores não chegava a um dólar e meio. Ela também ficou conhecida por pagar aos funcionários com moedas de ouro e prata e por conceder grandes recompensas por cada etapa vencida na obra. Haviam ainda orfanatos, creches e fundações beneficentes que ela apoiava, funcionando dentro dos limites da propriedade.

    Mas se por um lado ela tinha a fama de ser extremamente generosa, haviam condições que deviam ser respeitadas por todos os contratados. Aqueles que aceitavam trabalhar na mansão deviam ser discretos a respeito da construção. Uma das primeiras providências da Sra. Winchester, logo que iniciou o projeto foi criar uma cerca viva de ciprestes que rodeava toda a propriedade, garantindo que ela ficaria isolada do olhar de curiosos. Apesar de ser muito justa, os advogados da Sra. Winchester se ocupavam de expulsar ou processar empregados que revelavam detalhes da construção. Houve até mesmo suspeitas - jamais corroboradas - de ameaças contra trabalhadores que "deram com a língua nos dentes".

    Outra coisa que aumentava os boatos a respeito da estranha patroa era a sua aparência. Após a trágica morte de seu marido, Sarah Winchester passou a usar apenas roupas pretas que a ocultavam da cabeça aos pés. No rosto ela usava um véu negro que impedia que qualquer um visse as suas feições. Houve estórias de que ela despediu empregados que viram a sua face acidentalmente e outros rumores ainda mais estranhos afirmando que a medida que a casa crescia sua aparência se esvaía até ela se transformar em um monstro de aparência cadavérica.

    É claro, em uma construção desse porte, cercada de estórias, não poderiam faltar acontecimentos desafiando uma explicação razoável.

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    A única foto da Sra Winchester tirada sem sua autorização

    Vizinhos relatavam que um sino podia ser ouvido sempre às duas horas da manhã, que segundo muitos especialistas em assombrações é a hora da partida dos espíritos. Alguns diziam que a Sra. Winchester jamais dormia em um mesmo quarto duas noites seguidas, a fim de dessa forma confundir os fantasmas que poderiam aguardar por ela para lhe fazer mal. No centro da mansão, existia um aposento chamado O Salão Azul (The Blue Room), para onde a Sra. Winchester ia toda noite a fim de supostamente se comunicar com os espíritos. Dizem que ela mandou construir no centro do aposento um enorme espelho de cristal que tinha a propriedade sobrenatural de permitir que manifestações espectrais pudessem ser vistas em seu reflexo. O espelho teria sido encantado por uma cigana, que por sua vez, ao ver o reflexo dos fantasmas, cometeu suicídio saltando de um dos quatros no sexto andar. Verdade ou mentira, o Salão Azul realmente possuía uma grande mesa onde sessões espiritualistas eram realizadas com convidados especiais. Diz a lenda que os convidados, entre os quais o Grande Houdini estiveram nessas séances e que mesmo o grande mágico ficou impressionado com o resultado de uma experiência.

    Ainda de acordo com a lenda, as séances realizadas na casa tencionavam guiar os fantasmas através de um determinado trajeto formando uma configuração. Essa configuração formada pelos caminhos inusitados dos corredores deveria de alguma forma anular as energias desses espectros e fazê-los abandonar esse plano material. O fato dos corredores mudarem de posição, através da inclusão de passagens secretas frequentemente reforçavam essa teoria.

    Curiosamente a mansão não possuía plantas baixas (blue prints) sendo todo o trabalho realizado a partir de desenhos simples concebidos pela dona da casa, alguns feitos durante as sessões conduzidas no Blue Room.

    No final de sua vida, a Sra. Winchester sofreu de artrite e afirmava que aquela dor era resultado dos ataques dos fantasmas que estavam ganhando espaço contra seu projeto. Após cada crise, ela insistia que os trabalhos deveriam continuar com força total. Ela morreu durante o sono em 5 de setembro de 1922 e foi enterrada em um cemitério em New Haven, Connecticut ao lado de seu amado marido. Sua única família era uma irmã, alguns sobrinhos e sobrinhas, que receberam uma quantia substancial de seus fundos. Ela também deixou uma herança para seus funcionários favoritos e empregados que se dedicaram ao máximo pelo projeto.

    Quando Sarah Winchester morreu, a propriedade já ocupava uma área que totalizava seis acres. A imensa mansão possuía 160 quartos, 2 mil portas, 10 mil janelas, 47 escadarias, 47 enormes lareiras, 23 banheiros e 7 cozinhas. Cada um desses aposentos recebia móveis, pintura e detalhes que os tornavam únicos. Haviam armários com trabalhos exclusivos de marchetaria, pisos de tacos em mogno, carvalho, freixo e outras madeiras nobres, grandes tapetes persas, animais exóticos empalhados, pilastras erguidas com mármore italiano de Carrara, castiçais e candelabros de cristal da boêmia, peças de aço, bronze e prata alemãs, banheiras moldadas na suíça, janelas de cristal pintado e incontáveis outros detalhes que concediam ao palácio uma aparência de opulência e estranheza digna dos contos góticos. O magnífico Salão de Baile, por si só era do tamanho de quatro quadras de tênis e com um luxo visto apenas em grandes salões da realeza européia.

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    Vista aérea da propriedade Winchester

    Vista do exterior, a obra era ainda mais impressionante. A casa possuía estilos que se sobrepunham desde o gótico vitoriano, passando pelo art decó e outros estilos que pareciam competir por espaço. Domos, cúpulas, cornijas e torreões surgiam lado a lado com balcões e arcos em ângulos estranhos e incomuns.

    Após a morte da Sra. Winchester alguns detalhes a respeito da obra foram divulgados pelos empregados. Os quartos eram frequentemente desmanchados e refeitos, como se dessa forma a Sra. Winchester pudesse enganar os fantasmas e dificultar para eles ter um conhecimento da planta da casa. Corredores também eram construídos e desapareciam em alguma reforma posterior. Dessa maneira, os trabalhadores supõem que cada quarto foi refeito pelo menos meia dúzia de vezes, o que totalizaria mais de 600 quartos construídos e desmanchados ao longo de 38 anos.

    A Mansão Winchester é um extravagante labirinto victoriano - maravilhoso, estupendo e incrivelmente excêntrico, para dizer o mínimo. Pessoas que entraram nela pela primeira vez não raramente acabam se perdendo ou precisam ser resgatados por algum guia que conhece o lugar. Há estranhas escadas que de um lado possuem sete degraus e do outro onze, e uma longa escadaria com 42 degraus enquanto outra, com as mesmas dimensões possui apenas 35.

    É fato que a casa possui inúmeras passagens secretas e corredores ocultos que intrigam os especialistas. Alguns ainda estão sendo descobertos e outros tantos permanecem desconhecidos mesmo nos dias atuais. As milhas de corredores em curva, entradas e passagens parecem ter sido construídas com o propósito de confundir os espíritos e fazer com que eles não encontrassem seu caminho dentro da casa.

    Há boatos de que a casa esconderia uma sala secreta praticamente inacessível a não ser que se conhecesse todas as passagens ocultas. Supostamente a Sra. Winchester teria ordenado que seu marido e filha fossem exumados e transportados para esse aposento onde seus restos poderiam ficar em segurança dos fantasmas vingativos. Mas se isso é verdade, ela não teria sido enterrada em New Haven ficando longe deles. A não ser que tudo não tenha passado de um truque.

    A maior parte dos móveis da casa permaneceu no lugar até 1930 quando parte deles foi vendida em leilões por uma das sobrinhas da Sra. Winchester. Os rumores atestam que mais de seis caminhões foram usados para retirar os móveis ao longo de seis semanas de trabalho, apenas para encaixotar os móveis e objetos.

    A mansão e a fazenda não foram mencionados em lugar algum do testamento. Eles se tornaram parte do espólio e acabaram sendo vendidos para a Union Trust Company de San Francisco. Aparentemente, nenhum dos herdeiros da Sra. Winchester tinha interesse de continuar a expansão da mansão, embora tenham havido rumores de que um testamento secreto instituía que essa era uma das condições para os herdeiros receberem sua parte na fortuna.

    Hoje, a Winchester Mansion está aberta a visitação pública e milhares curiosos em conhecer sua história a exploram anualmente. Há cerca de dois anos, um grupo conseguiu a permissão para realizar uma sessão espírita no Salão Azul. Na ocasião, uma famosa médium teria recebido uma mensagem astral que resultou na descoberta de uma passagem secreta.

    Ela também teria visto a procissão de fantasmas mencionada anteriormente.

    O movimento dos mortos parece não ter parado desde então.
    twonay001 @ es 1
  • tópico legal cara quando posta mais acho q já li umas 4 paginas hehe
  • twonay (PT1)twonay (PT1) Postagens: 173


    Piloto Automático

    Já esqueceu o celular alguma vez? 
    Quando foi que percebeu que o havia esquecido? Creio que simplesmente não bateu com a mão na cabeça e exclamou “droga” do nada. A percepção provavelmente não veio de maneira espontânea. Seria mais provável que você, ao checar o próprio bolso, encontrou-se momentaneamente confuso por não haver algo ali. Então, mentalmente, refaria todos os passos do dia.
    Droga.
    No meu caso, o alarme do celular acordou-me como sempre, mas percebi, de antemão, que a bateria estava mais baixa do que esperava. Era um celular novo, e eu tinha esse hábito ridículo de deixar os aplicativos ativos, consumindo bateria noite adentro. Então o coloquei no carregador por um momento, e fui para o banho. Isso foi apenas um pequeno acaso, nada além disso. E, durante o banho, meu cérebro voltara à rotina matinal.
    Esquecido.
    Não era como se estivesse sendo desatencioso, pois conforme pesquisei depois, isto é reconhecido como uma função normal do cérebro. Explicando melhor, os neurônios não funcionam com simplesmente “um nível”, mas sim vários. Como, por exemplo, quando você não precisa pensar em locomover as pernas para que elas se movimentem normalmente.
    Não estive pensando na minha respiração, mas sim se deveria pegar um copo de café no caminho para o trabalho (o que acabei fazendo). Não estive pensando em mover o café pelos meus intestinos, mas sim se conseguiria acabar a tempo de buscar a minha filha Emily na creche depois do trabalho, ou se me atrasaria e tivesse de pagar a multa pela hora extra. Enfim, o que quero dizer é que existe um nível do cérebro que lida com a rotina, para que todo o resto possa se preocupar com as outras coisas.
    Pense sobre isso. Pense sobre a última vez que dirigiu para o trabalho. Você consegue se lembrar de todos os detalhes? A maioria dessas memórias se torna opaca, emergidas em algo comum, tornando-se difícil lembrar-se de algo em específico. Faça qualquer coisa regularmente, todos os dias, e isso se transformará em rotina. Continue fazendo e, eventualmente, o cérebro não o processará como uma condição pensante, mas sim o realocará para o nível em que lida com a rotina. Seu cérebro continua perpetrando isto sem sequer pensar sobre. Consequentemente, você pensa em sua ida ao trabalho da mesma forma que pensa em suas pernas se movendo enquanto anda. Ou seja, não pensa.
    A maioria das pessoas chama isto de piloto automático. Mas há um perigo aí, pois se houver uma quebra na rotina, a sua habilidade de lembrar-se, ou perceber algo, é tão ruim quanto à habilidade de fazer o cérebro parar de pensar no modo rotina. Minha habilidade para lembrar-me do celular em cima do meu balcão é a mesma que a minha habilidade em impedir que o meu cérebro entre no modo “rotina matinal”, do qual me diria, erroneamente, que o celular estaria no meu bolso. Mas eu não detive o meu cérebro de entrar no modo rotina. Simplesmente fui tomar meu banho, como normalmente o faria. A rotina começou. A exceção foi esquecida.

    Piloto automático: ligado.
    Assim, meu cérebro estava de volta à rotina. Tomei banho. Barbeei-me. O rádio transmitia as condições do tempo. Dei a Emily o seu café da manhã e levei-a até o carro (ela estava adorável, reclamando sobre o “sol malvado” da manhã que atrapalhava o seu cochilo durante o caminho para a creche) e saí. Isso era a minha rotina. Não importava que o meu celular estivesse no balcão, carregando as baterias silenciosamente. Meu cérebro estava no modo rotina e na minha rotina o meu celular estava na meu bolso. É por isto que esqueci o celular. Não foi desatenção. Nem negligência. E sim nada mais do que o meu cérebro entrando em modo rotina e sobrescrevendo a exceção.

    Piloto automático: ligado.
    Eu saí para o trabalho. Era um dia quente e o sol estava escaldante antes mesmo do meu traidor e absente celular acordar-me. A direção estava ardente ao toque quando entrei no carro. Acho que ouvi Emily trocar de lado no assento, alocando-se atrás do meu para escapar da luz do sol. Segui com a minha rotina. Fui para o trabalho. Submeti o relatório. Compareci a reunião. Não foi até que parei para tomar um rápido café, e colocar a mão no bolso para pegar o meu celular, que a ilusão estilhaçou-se diante de meus olhos. Refiz mentalmente os meus passos. Lembrava-me da bateria fraca. Lembrava-me de colocá-lo para carregar. E me lembrava de deixá-lo.
    Meu celular estava no balcão.

    Piloto automático: desligado.
    De novo, é aí que se encontra o perigo. Até que você tenha esse momento – onde tenta pegar o celular e a ilusão desaparece – essa parte do cérebro continua em modo de rotina. Não há razões para questionar os fatos, é por isto que é uma rotina. Fricção da repetição. Não é como se alguém poderia lhe perguntar: “Por que você não se lembrou do seu celular? Isso não lhe ocorreu? Como você pôde esquecer? Você deve ter sido negligente”; pois isto sairia do ponto.
    Meu cérebro me dizia que a rotina estava completamente normal, com exceção ao fato de que não estava. Não é que eu havia esquecido o celular. De acordo com o meu cérebro, de acordo com a rotina, meu celular estava comigo. “Por que eu iria questionar isto?” “Por que eu deveria checar?” “Como iria me lembrar, absolutamente do nada, que o meu celular estava no balcão?” Meu cérebro permanecia ligado no modo rotina, e no modo rotina o meu celular continuava no bolso.
    O dia alongou-se. E a manhã deu espaço para o calor implacável da tarde. O asfalto borbulhava, e o pavimento parecia prestes a quebrar-se sob os raios de sol. As pessoas trocavam os seus cafés por drinks gelados. As jaquetas, guardadas. Cachecóis, enrolados. Gravadas, afrouxadas. Testas, esfregadas. Os parques gradualmente encheram-se com pessoas se bronzeando e assando churrascos. Janelas dilatavam com o calor. O termômetro continuava a subir... Graças a Deus pelo ar-condicionado do escritório.
    Mas, como sempre, a fornalha do dia dissipou-se, dando lugar ao frescor do anoitecer. Outro dia, outro dólar. Ainda amaldiçoando-me por ter esquecido o celular, dirigi para casa. O calor havia transformado o interior do carro em um forno, trazendo um cheiro horrível de algum lugar. Quando cheguei à garagem, e as pedras do asfalto esmagaram-se confortavelmente sob os pneus, minha esposa cumprimentou-me da porta.
    “Onde está Emily?”
    Droga.
    Não bastasse o meu celular, depois de tudo, ainda esqueci-me de buscar Emily na porcaria da creche. Imediatamente dirigi de volta para o local. Enquanto caminhava até a porta, comecei a praticar as minhas desculpas, me perguntando, em vão, se conseguiria escapar de pagar o tempo extra. Vi um pedaço de papel preso à porta.
    “Em razão do vandalismo ocorrido durante a noite passada, por favor, solicitamos que utilize a porta ao lado. Apenas por hoje”.
    Noite passada? O que? A porta estava bem esta manh-.
    Paralisei. Meus joelhos tremiam.
    Vândalos. Uma mudança na rotina.
    Meu telefone estava no balcão.
    Não estive aqui esta manhã.
    Passei direto porque estava bebendo meu café. Eu não deixei Emily aqui.
    Meu telefone estava no balcão.
    Ela se moveu no assento. Eu não podia vê-la no retrovisor.
    Meu telefone estava no balcão.
    Ela adormeceu. Não disse uma palavra quando eu passei em frente à creche.
    Meu telefone estava no balcão.
    Ela mudou a rotina.
    Meu telefone estava no balcão.
    Nove horas. O carro. O sol quente. Sem ar. Sem água. Sem energia. Sem ajuda. O calor. Uma direção muito quente ao toque.
    Aquele cheiro.
    Andei até a porta do carro. Entorpecido. Em choque.
    Abri a porta.
    Meu telefone estava no balcão e a minha filha estava morta.
    Piloto automático: desligado. 


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    Brincando de deus


    Meu nome é Jessica, tenho 20 anos e sempre fui viciada em the sims, mas tinha algo que eu gostava mais no the sims era ver os acidentes acontecerem.Nunca pensei que isso me afetaria de alguma forma mas me afetou e muito.Mas vou contar minha historia para vocês. Quando eu tinha 11 anos, meu primo veio morar com a gente, por que aconteceu algo meio inusitado com sua família, seu irmão e pais morreram de causas não naturais, a polícia quando investigou o caso falou que foi um acidente doméstico, mas o mais estranho é…como pôde todos morrerem pelo mesmo motivo?
    Meu primo quando chegou em casa só tinha as roupas dele e um CD do the sims que ele achou ele nunca falou aonde tinha encontrado ela, ele só disse que era o único seu jogo favorito, quando eu olhava nos olhos dele um vazio não parecia nada humano.
    Mas, eu ainda acredito que ele não é uma pessoa ruim algo me diz que ele só está querendo ser salvo de alguma coisa muito ruim que atormenta.Sempre que olho uma aura negra está em cima dele.
    2 anos se passaram e ele ainda era uma pessoa muito reservada, eu perguntava, tentava conversar com ele, mas ele só falava:
    - Faça a gritaria parar! Por favor!
    Isso acontecia sempre que eu tocava no assunto sobre os pais dele e o seu irmão e o seu humor mudava não era nem de perto o mais amigável de todos.
    Uma vez uma amiga e eu estávamos conversando sobre jogos e ela comentou sobre o the sims, aquele típico jogo de menininha onde você construía sua casa, mudava o rosto e corpo dos personagens e eu sempre fui apaixonada por essas coisas, principalmente quando podia reproduzir os personagens com minhas características.
    Quando eu acordei no dia seguinte meu primo entrou no quarto e perguntou:
    - Ei Jé, quer jogar the sims comigo?
    Eu fiquei impressionada e logo vi uma chance de saber um pouco mais sobre ele e saber o que aconteceu.
    Sentamos no computador, ele me ensinou como instalar, fazer os personagens e notei que quando cliquei no jogo para abrir um leve chiado das minhas caixinhas de som eu não prestei atenção na hora, talvez pudesse ser algum detalhe importante que deveria ter me tocado antes começar a acender o pavio de meu vício.
    Quando começamos a jogar ele me ensinou sobre como comprar e até mesmo sobre os códigos de dinheiro, seria muito bom na vida real aparecer uma caixa de texto e digitar klapaucius e !;!;!;!;!;!;!;!;!;!;!;!;!;!;!;!;!;!;!;!;!;!;!; e fazer nossas contas bancarias explodirem de tanto dinheiro, outra coisa que me deixava preocupada era que meu primo quando me via jogando sempre falava para eu colocar ele para fazer a comida e sempre manter os outros membros da família longe, eu atendi ao pedido dele.
    Sempre que eu executava o jogo, o chiado se repetia parecia mais uma voz mesmo como se estivesse dizendo:
    - Fique Longe!
    E cada vez mais parecia mais alta e às vezes eu evitava jogar por que não queria esse chiado ecoando na casa e cada vez um frio na espinha subia.
    A minha amiga Claire veio em casa ver o the sims, eu resolvi adicionar ela como membro da família, pois eu a considerava como irmã e como conhecia ela há bastante tempo sempre soube que ela não era boa cozinheira logo não coloquei nenhum tipo de habilidade dessas para ela.
    Enquanto criava a personagem dela conversava falando o quanto mal ela cozinhava e sempre gargalhávamos sobre isso, lembro até mesmo uma vez quando ela conseguia sempre queimar um pano de prato quando ligava o forno, inclusive eu fiz a brincadeira que queria não ter feito e essas foram umas das ultimas palavras:
    -Um dia você vai acabar tacando fogo na cozinha assim.
    Como queria não ter dito nada disso.
    Alguns dias se passaram, meu primo me contava mais sobre o jogo, mas ele sempre repetia as mesmas coisas quando eu começava a jogar:
    - Cuidado! Pessoas morrem.
    O que ele quis dizer com isso? Sim é um jogo de simulação, é comum em jogos personagens morrerem certo?
    Digamos que eu maltratei muito ele por um tempo, deixava sem tomar banho, sem comer até mesmo não deixava ir ao banheiro.
    Alguns dias depois ele chegava às vezes na escola fedendo demais ou até mesmo morrendo de fome ele falou que nunca cozinhava, pois a mãe dele não o deixava por os pés na cozinha.
    Ao chegar a casa, eu resolvi entrar no jogo e fazer um teste, de propósito eu o coloquei na cozinha para preparar algo para ele comer, ele foi direto ao fogão e a um piscar de olhos o fogão estava em chamas e o fogo se espalhava rápido eu o vi morrendo, por um momento fiquei desesperada não sabia o que fazer, mas falei para mim mesma:
    - isso é só um jogo isso não é real, é ridículo eu ficar preocupada a toa.
    Quando de repente a morte apareceu para levar a alma dele, ela não fez como em todos os jogos levou e foi embora, ela ficou cerca por 5 minutos, quando olhava para o relógio esses 5 minutos se tornavam 10.
    Ele apenas ficava parado lá, quando eu pensei em fechar o jogo o chiado na minha caixa de som voltou e algo ecoou como:
    - Você não devia ter brincado com isso.
    E de repente um grito de dor. Meu primo escutou e entrou no quarto ele me olhava friamente e falou:
    - Você fez? Não fez? E pelos seus olhos eu sei que sim e você acabou de entrar em um caminho sem retorno.Após essa cena de filme de terror eu desliguei o computador, deitei na minha cama e comecei a imaginar o que era aquilo, muitas perguntas vieram na minha cabeça, será que eu o matei? Um jogo mesmo poderia fazer algo assim?
    Meu primo me olhava com uma cara que não era de repressão, mas de pena e com o sentimento de livrar de algo… pelo menos foi o que me pareceu, que ele se tivesse se libertado.
    Meus olhos começaram a pesar, eu lutei para deixa-los aberto e na terceira vez eu apaguei nessa noite eu tive um sonho de repente uma multidão estava a minha volta, alguns pareciam queimados, outros pálidos como fantasmas.
    Acordei com meu primo me sacudindo, ele olhou para mim e falou:
    - Você sonhou com pessoas mortas não é?
    Eu o respondi:
    - Como você sabe disso?
    Ele sentou do lado da minha cama e começou a me contar a seguinte historia:
    Eu também comecei a sonhar com pessoas, também as mesmas pessoas sempre, mas a diferença é que depois que meus pais os morreram também começou a aparecer, desde então eu nunca mais dormi por que eu não aguentava ver mais essas pessoas nos meus sonhos e gritando, chorando, crianças procurando os pais, hoje em seus sonhos eles estavam em silêncio, amanhã os gritos vão piorar e mais. Eu não quis dormir mais, estou buscando alguma resposta, do que seria, o por que eu sonho com essas pessoas que eu não conheço. Mas… depois que você começou a jogar, os sonhos começaram a desaparecer.eu  só digo que você deve parar, antes que seja tarde demais.
    Eu tinha muitas perguntas para fazer, como onde ele tinha conseguido, por que ele fez aquilo, se eu estou morando com um assassino em série, gostaria pelo menos de uma chance de me defender ou pelo menos de destruir o computador.
    Desliguei o computador, deitei na minha cama e comecei a pensar, por que não usar esse tipo de poder para algo maior, punir aqueles que a lei não o faz?
    Tentei não pensar muito nisso… pensei em parar por um tempo de jogar para ver se os sonhos não me atormentariam por mais tempo. Infelizmente eu estava redondamente enganada, as coisas foram piorando, eles não queriam mais só gritar, eles queriam me tocar como se estivessem buscando uma saída do sofrimento eterno cujo foram aprisionados, resolvi fazer um teste.
    Peguei um jornal local onde aparecia noticias de assassinos, estupradores, pedófilos e outras escórias do mundo.
    E o primeiro nome para testarmos foi Billy Jenkins, 55 anos, ele foi acusado de matar duas pessoas e ainda estuprar a esposa de uma das vitimas, ele saiu da prisão em menos de dois meses por que era amigo de um político da cidade. Ele atualmente para o prefeito como secretário e você pergunta como um verme desses consegue um cargo assim?  Não precisamos nem ser detetives para decifrar isso.
    Puxei minha cadeira, sentei no computador e automaticamente o jogo se iniciou eu não cliquei em nada, foi como se ele quisesse que eu fizesse isso o jogo abriu e uma janela apareceu escrita:
    E depois essa janela fechou e o jogo começou, eu criei uma casa pequena, o pus dentro dela e coloquei bastantes objetos elétricos pela casa, ela era repleta de abajures, sons, tomadas e fazia ele constantemente mexer em cada um deles até eles quebrarem e causar um “pequeno acidente”. Demorou mais ou menos uma hora para acontecer alguma coisa, um abajur começou a piscar, eu o mandei usar o abajur e então aconteceu, após a cena de ver o personagem ser eletrocutado fiquei pensando se teria funcionado, era algo que eu gostaria de ter certeza.

    Após a cena em que morte aparecia para levar o corpo dele  apareceu aquela  tela e com isso:
    Eu escolhi que não, eu não estava com vontade de ter mais assassinos nos meus sonhos, mas eu acredito que cedo ou tarde eu teria que levar adiante isso. Clicando em não apareceu isso:
    Em seguida o jogo se fechou um ruído novamente começou a sair das minhas caixas de áudio do computador, meu computador desligou sozinho e não me deixou fazer mais nada depois de eu ter clicado em não, resolvi levar ele a um técnico, mas quando eu fui puxar os cabos para desligar o ruído ficou mais alto e uma voz gritou: NÃO DESLIGUE!
    Por um momento pensei que fosse alguma brincadeira de mau gosto do meu primo, apesar de que eu tenho quase certeza de que não foi ele por que ele já passou por muita coisa para brincar com isso.
    Acendi um cigarro, fiquei olhando para a janela e tentei me acalmar um pouco, logo mais no jornal da televisão o apresentador comunicou que o secretário do prefeito, Billy Jenkins foi encontrado em casa eletrocutado após ter retirado uma lâmpada do seu abajur.
    E foi nesse momento vi o que eu poderia fazer o poder que eu tinha dentro do meu quarto, controlar o destino das pessoas, acabar com meus desafetos, algo dentro de mim nesse dia me mudou completamente.
    E o mais interessante é que eu estava eu gostando disso.
    Dois meses depois se passaram, comecei a juntar jornais antigos sobre assassinos, fotos de criminosos procurados, meu primo fazia o mesmo sem me questionar, será que ele tinha a mesmo senso de justiça que eu?
    Não me importava, eu só gostaria de ver aqueles que causaram algum tipo de sofrimento pagar pelos seus crimes, eu quero viver em um mundo onde não precise mais ver injustiça, mesmo que eu tenha que viver sozinha.
    Começamos todo dia limpar um por um, cada criminoso escondido aparecia de repente nos jornais, como se houvesse algum tipo de doença que causasse acidentes, era assim que foram chamadas essas mortes, a epidemia dos acidentes, empresas de aparelhos elétricos recebiam multas, algumas tiveram que fechar porque não conseguiam explicar como que os aparelhos delas matavam pessoas, ou como fogões de repente transformavam a casa em um festival de quatro de Julho.
    Devo admitir que as coisas para mim não estivessem também muito comuns, cada morte que acontecia, uma nova mancha aparecia no meu pescoço, a cada morte um ponto novo aparecia em meu pescoço, eu sentia um peso e durante a noite nos sonhos eu sempre sonhava com alguém apertando ele, me deixando sem respirar e até mesmo me impedindo virar para trás e ver quem estava segurando meu pescoço.
    Contei isso para meu primo, ele disse que isso nunca havia acontecido com ele, isso me fez pensar, como assim nunca tinha acontecido?  Acho que pelo meu bem estava na hora de dar um fim nisso. Antes de tentar retirar meu computador ouvi novamente o mesmo grito: NÃO DESLIGUE. Meu primo estava com um olhar morto e de boca aberta como se estivesse preparado para me engolir, não dei atenção arranquei meu computador com todas minhas forças, não ligando para cabos, tomadas ou até mesmo o cd o peguei junto, levei para o meu quintal, meu pai guardava um galão de gasolina para caso houvesse alguma emergência, quando eu voltei com o galão de gasolina meu primo estava na frente do computador com os braços abertos e disse:
    - Você não pode acabar com isso, eu não criei isso tudo só para uma fedelha maldita queimar tudo e acabar com o trabalho que tivemos você não vê? Nós podemos limpar o mundo inteiro com isso. E a única coisa que iria custar era a sua vida, pense comigo acabar com a escoria do universo somente em troca da vida de uma pessoa inocente?
    Nesse exato momento meu pescoço começou a ser apertado novamente, eu resisti empurrei meu primo no chão e joguei gasolina no computador e nele também e enquanto ele ardia no fogo, eu o respondi:
    - Eu nunca me importei com quem eu matava sim eles foram uma escória e agora te pergunta e depois que eu morrer, buscará outra inocente para usar? Continuara tudo a mesma coisa e vou parar com isso agora.
    Fiquei feliz em ser uma fumante viciada, atirei meu isqueiro no computador e os dois queimaram, eu não senti nenhuma pena do que tinha feito, por que acreditei que fiz a coisa certa.
    Uma vizinha assistiu tudo e chamou a policia, fui encaminhada para um reformatório como eu ainda era menor de idade, mas aos 18 acabei sendo encaminhada para uma prisão e é onde estou hoje, acredito que ninguém vai encontrar essa história depois que eu me suicidar.
    Minhas palavras finais sobre isso? Eu não me arrependo de nada


  • twonay (PT1)twonay (PT1) Postagens: 173
    editado 08.11.2015
    para aqueles q gostam de creepys, começarei a postar elas no grupo A Onda, as q irei postar la serão mt mais pesadas, se quiserem vê-las mandem convite q eu aceitarei todos, e eu ainda vou continuar postando creepys aqui 

    https://community.goodgamestudios.com/empire/pt/group/11-a-onda


  • twonay (PT1)twonay (PT1) Postagens: 173
    editado 09.11.2015



    Creepypasta - Pesadelo


    Lembro de quando cheguei aqui, não estava assim.
     Levantei da poltrona, todos tinham sumido. As luzes estavam apagadas, algumas piscando. Eu não ouvia mais nada, era tudo silencioso, silencioso até demais... Caminhei até a porta, ela estava escancarada para trás, foi então que senti aquele cheiro podre. Não estava entendendo mais nada.
     Empurrei a porta para trás e quando pus os pés para fora daquela sala cheguei a sorrir, pois só podia ser piada. As paredes estavam marcadas com sangue e era dali que exalava o cheiro ruim.
     Sempre fui uma pessoa séria e metida a corajosa, mas aquilo estava realmente estranho.
     Dei passos lentos até o outro corredor, nunca tinha me dado conta de como aqueles corredores eram compridos, longos corredores completamente brancos, marcados com sangue e com um cheiro desagradável. Estava me sentindo em um labirinto.
     Logo que virei no próximo corredor tomei um susto, mas acabei rindo de mim mesma, era só meu reflexo no espelho.
     Tentei abrir a porta da recepção, mas estava trancada, lá dentro havia um telefone. Tentei abrir a porta de saída, também estava trancada... Aquilo estava começando a ficar sem graça. Meu celular e chaves de casa tinham sumido de meus bolsos.

    “Que droga tá acontecendo aqui?”

     Senti o coração apertar quando ouvi batidas vindo de outro corredor, foi apenas um susto. Então ouvi som de correntes vindo de mais um corredor, por algum motivo aquele som me deixou um tanto nervosa. Do lado das correntes, também ouvi passos, por um momento senti um alívio cair sobre mim, não estava sozinha. Sem pensar duas vezes fui em direção ao som dos passos e ao chegar no outro lado, eu gelei...
     Era a mulher que eu sempre via... Aquela mulher magra, alta, pálida, loira com cara de louca... Ela sempre tentou me matar...
     Ela sorriu para mim com aquela expressão que fazia meu sangue parar de circular. Em suas mãos carregava uma corrente e caminhava em minha direção vagarosamente...
     Aquela garota metida a corajosa? Acabou de sumir... Corri em direção ao outro corredor e tudo que ouvia era as gargalhadas dela.
     Corri, corri o mais rápido que pude para longe daquele corredor. Achei uma porta aberta e me refugiei ali, tranquei a porta. Fui até um armário e me escondi nele, como uma criança desesperada. Fechei meus olhos e respirei fundo, só podia estar delirando de novo... Tudo se silenciou novamente.

     Uma respiração pesada e lenta começou... Podia senti-lá a frente do meu rosto, muito próxima... A respiração tocava minha face até que ouvi ao pé do meu ouvido:

    -Abra seus olhos...

     A respiração ficava mais forte e começaram batidas na porta. Espremi os olhos, não queria ver o quê era e naquele momento me arrependi de ter me negado; Algo gelado tocou meu rosto e começou a puxar meus olhos para abri-los. Acabei abrindo...
     Sorriu com as mãos grudadas em meus olhos e tudo que consegui fazer naquele momento foi chorar. Não sabia se aquilo era uma pessoa, um animal, um monstro...
     A porta do armário abriu.

    Por que fugiu? - Ela perguntou rindo.

     Pegou-me pelos pés e me arrastou para fora do armário. O outro ser segurou meus braços e a mulher entregou a corrente para o outro, ele me prendeu e ela sentou em cima de mim. Puxou meus olhos novamente para que ficassem abertos e começou a sorrir psicoticamente.


    4, se concentra em minha voz.

     Com um dos dedos a mulher começou a passar a unha dentro do meu olho.

    3, respira fundo.

     A agonia me tomou conta. A unha começou a forçar contra meu olho.

    2, nenhuma ferida é real .

     A dor e a angustia já me consumiam. A unha estava perfurando meu olho e sentia o sangue escorrer por meu rosto.

    1, Rosemary, acorda!

     Abri meus olhos mais uma vez, agora tudo estava diferente: Todas as luzes acesas, apenas cheiro de limpeza e o som de tudo funcionando. Katherine, minha psiquiatra, estava a minha frente com aquela expressão preocupada rotineira. Eu tentei levantar, mas a camisa de força atrapalhou.
     A consulta acabou, o enfermeiro me acompanhou até meu quarto enquanto eu observava aquele corredor longo e branco, agora limpo.
     Entrei no meu dormitório e sentei em minha cama esperando que chegassem com os sedativos.
     Senti uma picada, logo uma tontura e meus olhos começaram a ficar pesados. O enfermeiro tirou minha camisa de força e me deitou na cama, logo que saíram fechei os olhos, mas algumas batidas me impediram de dormir de vez. Levantei um pouco a cabeça para ver o quê era... Lá estava ela... Sorrindo e acenando do outro lado da porta...

    Rose, estou te esperando.

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  • twonay (PT1)twonay (PT1) Postagens: 173

    O Ovo


    Essa creepypasta... leia com calma. Você vai ter o que pensar...
    ___________________________________________________

    Você estava a caminho de casa quando morreu.
    Foi um acidente de carro. Não foi nada particularmente memorável, mas ainda assim fatal. Você deixou uma mulher e duas crianças para trás. Foi uma morte indolor. Os paramédicos tentaram o melhor para salvá-lo, mas não havia jeito. Seu corpo estava tão estraçalhado que você estava melhor morto, confie em mim.
    Foi então que me conheceu.
    "O q...o quê aconteceu," você perguntou "e onde estou?"
    "Você morreu" respondi, dando os fatos. Não havia sentido em amenizar as coisas.
    "Tinha um...caminhão e ele estava rabeando..."
    "Sim", eu disse.
    "E-eu...morri?"
    "Sim. Mas não se sinta mal com isso, afinal todo mundo morre."



    Você olhou em volta, e não havia nada além de nós dois. "O que é esse lugar," você perguntou. "isso é a vida após a morte?"
    "Mais ou menos".
    "Você é Deus?"
    "Sim", respondi, "Eu sou Deus".
    "Meus filhos...minha mulher..."
    "O que tem eles?"
    "Eles ficarão bem?"
    "É isso que eu gosto de ver, você acabou de morrer e sua maior preocupação é a sua família. Isso é importante!"
    Você me olhava fascinado.Para você, eu não parecia Deus, e sim algum homem... ou talvez uma mulher. Eu parecia uma figura vagamente autoritária, talvez um professor de gramática, nada como O Todo Poderoso.
    "Não se preocupe, eles ficarão bem. Seus filhos se lembrarão de você como alguém perfeito em todos os sentidos. Eles não tiveram tempo de se decepcionar com você. Sua mulher chorará por fora, mas estará secretamente aliviada. Sendo justo, seu casamento estava desmoronando.E se serve de consolo, ela se sentirá culpada de tanto alívio."
    "Bom, e o quê acontece agora? Eu vou para o Céu ou para o Inferno?
    "Nenhum dos dois, você vai reincarnar."
    "Ah, então os hindus tinham razão?"
    "Todas as religiões estão certas da própria maneira" respondi."Vamos caminhar"
    Você me acompanhou enquanto seguíamos pelo vazio. "Onde estamos indo?"
    "Nenhum lugar em particular, é que eu acho bom caminhar enquanto conversamos."
    "Então, qual é o sentido nisso, se quando eu renascer serei apenas um bebê, com tudo em branco. Todas as minhas experiências e conhecimento não valerão de nada."
    "Não é bem assim. Você tem dentro de si todo o conhecimento e experiências de todas as suas vidas anteriores. Só não lembra delas agora."
    Eu parei de andar e o tomei entre os ombros. "Sua alma é mais magnífica, bela e gigantesca do que você poderia sequer imaginar. Uma mente humana só pode conter uma fração ínfima de quem você é. É como colocar seu dedo num copo de água para saber se está quente ou fria. Você coloca uma pequena parte de você no mundo, e adquire a experiência que ela passa."
    "Você esteve nessa vida humana pelos últimos 48 anos, então você ainda não se situou a ponto de sentir o resto de sua imensa consciência.Se nós ficássemos por aqui tempo o bastante, você lembraria de tudo. Mas não teria sentido fazer isso entre cada reencarnação."
    "Quantas vezes eu já reincarnei?"
    "Ah, muitas, muitas vezes! E muitos tipos diferentes de vidas. Na próxima, você será uma garota camponesa da China, no ano de 540 DC."
    "Ei, espera aí, você vai me mandar de volta no tempo?"
    "Bom, tecnicamente sim, eu acho. Tempo, como você o conhece, existe apenas no seu Universo. As coisas são diferentes de onde eu venho."
    "De onde você vem..."
    "Ah, sim, eu venho de um lugar. Um outro lugar. E há outros como eu. Eu sei que gostaria que eu lhe contasse como é lá, mas honestamente, você não entenderia."
    "Oh...Mas espera, se eu reincarnar em outros períodos de tempo, quer dizer que posso ter interagido comigo mesmo em algum momento!"
    "Claro, isso acontece o tempo todo. Com ambas as vidas conscientes apenas de seu próprio período, você sequer imagina que isso está acontecendo."
    "Então, qual é a razão de tudo isso?!"
    "Sério, você está realmente me perguntando qual é o sentido da vida? Isso não é meio típico demais?"
    "Bem, é uma pergunta razoável." Você tentou insistir.
    Eu o olhei nos olhos. "O sentido da vida, a razão pela qual eu criei esse Universo, é para seu amadurecimento."
    "Você quer dizer a humanidade? Você nos quer mais maduros?"
    "Não, apenas você. Eu fiz todo o Universo para você. Com cada vida, você cresce, amadurece e se torna um maior e mais completo intelecto."
    "Só eu? E quanto a todos os outros?"
    "Não há mais ninguém, nesse universo estamos só você e eu."
    Você me olhava totalmente estupefato. "Mas e todas as pessoas da Terra..."
    "Você. Todos eles são diferentes encarnações suas."
    "Espera, eu sou todo mundo?"
    "Agora estamos chegando lá." Eu disse com um tapinha congratulatório nas suas costas.
    "Eu sou todos os humanos que já viveram?"
    "E todos os que viverão, sim."
    "Eu fui Abraham Lincoln?"
    "E John Wilkes Booth também."
    "Hitler?"
    "E os milhões que ele matou."
    "Eu sou...Jesus?"
    "E todos os que o seguiram."
    Nesse momento, você ficou em silêncio.
    "Toda vez que você matou alguém, estava matando a si mesmo. Cada ato de bondade que cometeu, era também no seu próprio benefício. Cada momento de alegria ou tristeza que qualquer ser humano já teve ou terá, era seu."
    Você pensou por um longo tempo.
    "Por quê fazer tudo isso?"
    "Pois um dia, você será como eu. Porquê é o que você é. Você é da minha espécie. Você é meu filho."
    "Opa, opa! Quer dizer que eu sou um deus?"
    "Não, ainda não. Você é um feto. Ainda está crescendo. Assim que viver todas as vidas humanas através do tempo, terá crescido o bastante para nascer."
    "Então, todo o Universo, e tudo que há nele..."
    "Um ovo. E agora, é hora de você seguir em frente para sua próxima vida."
    E o coloquei a caminho.


  • rosiane2 (BR1)rosiane2 (BR1) Postagens: 108
    oque aconteceu com twonay?
    rosiane2 @ br 1
  • twonay (PT1)twonay (PT1) Postagens: 173
    editado 03.12.2015



    Essa é uma forma de ver o Inferno! Parece um desafio, uma brincadeira, MAS ISSO NÃO É UMA BRINCADEIRA! Pense bem se você vai fazer, isso, se você QUER fazer isso. Depois que começar você só pode parar no fim... Tem Coragem?


    REQUISITOS
    Estritamente um jogador, apenas
    Um prédio com elevador
    de no mínimo 10 andares


    A JORNADA (O PERCURSO)
    - Entre no prédio: entre sozinho no elevador no primeiro andar.
    Não continue se houver mais alguém no elevador com você.
    - Aperte o botão do quarto andar.
    - Quando chegar ao quarto andar, permaneça no elevador.
    Aperte o botão do segundo andar.
    - Quando chegar ao segundo andar, permaneça no elevador.
    Aperte o botão do sexto andar.
    - Quando chegar ao sexto andar, permaneça no elevador.
    Aperte o botão do segundo andar.
    - Quando chegar o segundo andar, permaneça no elevador.
    Aperte o botão do décimo andar.
    - Quando chegar ao décimo andar, permaneça no elevador.
    Aperte o botão do quinto andar.
    - Quando chegar ao quinto andar,uma moça deverá entrar no elevador. NÃO OLHE PARA ELA. NÃO FALE COM ELA.
    Ela não é o que parece ser.
    - Aperte o botão do primeiro andar.
    Se o elevador começar a subir para o décimo andar ao invés de descer para o primeiro, você deve prosseguir. Se o elevador descer para o primeiro, saia assim que a porta abrir.Não olhe para traz. Não diga nada.


    O INFERNO (OU SUBMUNDO)
    - Quando você chegar ao décimo andar, você deve sair do elevador. NÃO RESPONDA à mulher caso ela te pergunte aonde vc está indo.
    Se você tiver entrado no submundo (inferno, como preferir) com sucesso, você será a única pessoa presente. O andar em que você chegar será quase idêntico ao nosso mundo, com a exceção de que todas as luzes estarão apagadas, e a única coisa que você verá através da janela é uma cruz vermelha.


    O CAMINHO(A JORNADA) DE VOLTA
    - Voltar ao seu próprio mundo pode ser mais difícil do que parece:
    Roce pode ficar desorientado e esquecer em qual elevador chegou; o elevador pode parecer cada vez mais e mais longe de você conforme você anda em direção a ele. Fique alerta, e mantenha o juízo em sua cabeça.
    - Você deve usar o mesmo elevador em que chegou para poder voltar.
    Quando entrar no elevador, aperte os botões na mesma ordem que você apertou do passo 2 ao passo 8 da JORNADA.(tente adaptar de um jeito melhor, são os passos ali em cima) Você deverá chegar ao quinto andar.
    - Quando você chegar ao quinto andar, aperte o botão do primeiro. O elevador novamente vai começar a subir ao décimo andar. Aperte um botão de qualquer andar para cancelar a subida ao décimo andar.
    Voce DEVE apertar o botão que você usou para cancelar ANTES que você chegue ao décimo andar.
    Depois que você chegar ao primeiro andar, confira o ambiente cuidadosamente.
    Se alguma coisa estiver fora do lugar – até mesmo um pequeno detalhe – NÃO saia do elevador. Se você perceber que algo está errado, volte a etapa anterior até tudo parecer como deveria. Bem vindo de volta ao nosso mundo




    Melhor comentário da postagem:

    tentei mas o porteiro nao deixou :'(


  • twonay (PT1)twonay (PT1) Postagens: 173

    Misteriosa Foto Amaldiçoada


    Essa foto foi encontrada a 2 anos atrás mais ou menos na maquina digital de um homem em Minas Gerais.
    A máquina estava na mão do corpo do garoto morto, que tinha os olhos bem abertos e uma estranha marca na testa.
    O que chamou atenção mesmo nessa história toda, foi um bilhete encontrado no bolso do rapaz, o texto do bilhete vocês vão poder ler abaixo.
    A causa da morte nunca foi identificada... A partir daqui é siga por sua conta e risco

    TEM CORAGEM ?





    Texto do bilhete:

    Não achem que eu sou apenas mais um louco ou alguém que não tem nada de melhor para fazer, pois estou correndo um grande risco de mandar essa mensagem para você.

    Olhe, é a sua opção acreditar ou não, mas eu sou um visitante de um futuro não tão distante assim. Sim, nós conseguimos fazer o sonho de todo mundo virar realidade, visitar o passado é uma coisa realmente incrível, ver como tudo aconteceu, mas com um olhar diferente.

    Para pra pensar um pouco, não deve ser difícil de acreditar. Mas nem tudo é um mar de rosas, existem regras que jamais podem ser quebradas, e eu estou quebrando a principal delas vindo aqui, você jamais pode conversar com as pessoas do passado, e eu vou provavelmente ser morto por quebrar essa regra, mas avisar vocês é mais importante que a minha vida, pois o que vocês passarão é pior que a própria morte. Eu não posso dizer exatamente o que é, pois a censura bloquearia minha mensagem. Contudo, eu posso passar uma pequena informação.

    Trás para perto de ti aquele sentimento que tinham quando criança sobre aqueles que te observam no escuro.


    Observação: Leia a primeira palavra de cada parágrafo!


    Melhor comentário da postagem:

    Só eu percebi que ele ta com uma guitarra na mão? O.o


  • twonay (PT1)twonay (PT1) Postagens: 173
    essa creepy era exclusivo do grupo A Onda, mas como os grupos ''acabaram'' vou postar aqui
    essa é a parte 3 da creepypasta A Casa sem Fim, aproveitem


    A Casa sem Fim: O início do fim parte 1


    David tropeçou confuso na cadeira. Ele não se lembrava de quase nada que aconteceu nas ultimas horas, tudo estava como um borrão. Imagens fantasmagóricas que esporadicamente atravessam sua mente, lentamente lembrando-lhe de que ele está esquecendo-se de coisas para trás. Ele tirou seu telefone do bolso e discou ao 911. Não havia nenhuma maneira que ele pudesse explicar o que estava acontecendo, mas por alguma razão a sua primeira reação foi ligar eles - talvez eles pudessem ir lá e confirmar que é uma casa normal e nada mais. Eles poderiam acalmar sua mente e ele poderia ir para sua casa e viver uma vida normal com a...

    Então ele levantou-se subitamente, ele correu por toda sua casa, todos os quartos, todas direções, David pegou seu telefone e discou para o número de Maggie.



    [Chamando...]

    -Vamos... Vamos atenda... Vamos...

    [Mensagem de voz...].

    -Oi, aqui é Maggie, desculpe não pode atender agora, deixe sua mensagem após o bip e... Nunca 
    retorne a Casa sem fim.

    [Fim da mensagem de voz.].

    Ele pisou no acelerador e em poucos instantes ele voltou para frente da maldita casa. Maggie. Maggie está lá dentro. Enquanto corria ele mexia no celular, procurando mensagens antigas que ele sabia ter enviado. Mas não nada.  Haviam mensagens recebidas do celular de Maggie, mas todas estavam em branco. David xingou baixinho quando ele chegou à porta. Ele girou a maçaneta, mas não adiantou. Ele tentou com as duas mãos, ele bateu agressivamente na porta, gritando o nome de Maggie.

    Nada.

    Seus punhos estavam vermelhos e ardendo, então David caiu de joelho, com as palmas arrastando para baixo da porta enquanto caia. Depois de alguns instantes, David sentiu seus olhos arderem. Ele era o motivo dela estar lá dentro. A mulher que ele ama entrou lá para salvá-lo e ela ficou em seu lugar. Ele tinha que encontrar uma maneira de entrar. Tinha que haver outra maneira dele entrar. David ficou de joelhos recuperando sua energia, mas antes que ele pudesse se mover ele sentiu seu celular vibrar. Era uma mensagem, e olhando o autor da mensagem lhe deu um alivio.
    Era uma mensagem de Peter... Peter Terry. Talvez ele pudesse ajudar.

    - Hey Dave. Você está bem? Não tenho noticias suas há um bom tempo.

    - Peter. Jesus... Onde você está?

    - Eu estou na casa bro. Eu estou te procurando. Eu te disse para não vir.

     - Isso é passado agora, mas Peter, eu preciso entrar novamente na casa, você sabe como?

    - Dê a volta na casa, há um carvalho ao lado da casa com uma porta escondida em sua base. Vá até lá, é uma entrada de serviço.

    - Porque diabos este lugar precisa de uma entrada de serviço?

    -Basta ir até a árvore cara. Eu estou tentando ajuda-lo.

    David não teve tempo de perguntar mais nada. Ele saiu correndo da varando para outra extremidade da casa, saltando sobre a grade lateral e caindo do outro lado de uma pilha de folhas secas. Ele podia ver a tal árvore, ela não estava longe, ou talvez estivesse... Era tão grande a percepção de profundidade que era difícil descobrir. Ele correu para o lado  e lá estava a pequena porta de madeira no chão abaixo dele, como uma daquelas velhas portas que costumava ter em adegas ou porões. David olhou em volta e para trás. Ele não tinha ideia de porque ele estava fazendo isso. Ele só tinha uma sensação de era isso que tinha que se fazer. Ele balançou e puxou a alça. As dobradiças enferrujadas não ajudaram, mas depois de algumas puxadas ela cedeu e revelou a escuridão abaixo. Com um suspiro pesado, David lentamente fez seu caminho para baixo.

    Jesus, estava muito escuro. Mas logo David foi atingido por um cheiro que tornava a escuridão a menor de suas preocupações. Era algo como cabelo queimado coberto de merda e mofo. Ele cuspiu no chão, ele não conseguia se adaptar com um cheiro desses. David pegou seu telefone e usou como lanterna, não era muito forte, mas pelo menos era o suficiente para enxergar as paredes circundantes.
    Olhando ao redor da penumbra, David notou algo estranho. Ele não estava em túneis subterrâneos, para ser justo, mas ele percebeu a sujeira na parede com lama ou algo parecido. Ele não conseguia ver o que era, mas não era nada que poderia ser feito por mãos humanas, nem sujeiras que se formam sozinhas. A curiosidade tomou conta dele, e com seu telefone ainda mal iluminando, ele subiu a uma das paredes laterais. Ele tinha que chegar mais perto para poder ver, com o telefone quase tocando a parede, os olhos de David se arregalaram.

    Não. Não pode ser... Com a outra mão, David removeu um pedaço dessa sujeira, era algo sólido. Ele se lembrou do cheiro e agora sabia sua origem. Era carne. As paredes desse túnel estavam cobertas de pele queimada. David foi se movendo com o telefone seguindo a luz. Ele viu áreas onde diferentes peles foram costuradas com alguma coisa metálica e áspera, quase como cabo de cobre. Seu estômago começou a se contorcer de nojo. Era um rosto. Um rosto humano, a pele de um rosto humano, arrancada e esticada com os olhos e bocas costuradas. O nariz foi removido e o orifício que foi deixado para trás estava bem saturada. Talvez fosse o cheiro, ou a tal visão presente, mas David não poderia aguentar. Com um solavanco, ele se virou para o outro lado e vomitou no chão.

    O túnel passou há muito tempo. O que era mais provável que fosse há apenas alguns minutos atrás pareceram horas para David. Ele tinha que entrar e salvar Maggie. Nada mais importava. Peter era amigo dele, mas Maggie era a primeira a ser salva. Peter poderia apodrecer lá dentro se for necessário.

    Porém, ele era o único que parecia ajudar, ele conhecia esses caminhos. Esse debate mental na cabeça de David depois ficou para trás. Porque depois de andar mais um pouco, ele se virou e estava cara a cara com nada.  Confuso David estendeu a mão com celular para a escuridão. Nada. Nada, exceto uma parede. Uma parede que não estava lá há um minuto, apenas uma parede coberta de carne humana. David gritou e bateu contra a parede na frente dele. O salão estava encolhendo. Prendendo-o enquanto ele andou. Ele só estava no túnel de serviço, mas já estava na casa, e reconhecia essas armadilhas, a casa estava feliz em tê-lo de volta.

    Antes isso assustaria David, mas não naquele momento. Ele já tinha estado nesse lugar e sabia do que essa casa era capaz, ele foi submetido a experiências de testes de sanidade imagináveis. Ele tinha visto de tudo, ou pelo menos ele pensava assim. Enquanto ele caminhava, David podia ver a parede atrás dele se movendo, impedindo-o de voltar. A moagem e o barulho da carne se torcendo sobre si o fez sentir enjoado de novo, mas ele só acelerou seu caminho. Depois de um momento, ele ouviu algo que o fez para em sua trilha. Era uma voz. Uma voz feminina, mas não era de Maggie.

    - Por que você voltou? Por que você voltou?

    David estava ali, congelado. A voz parecia vir de todos os lugares.

    - Por que você voltou? Por quê? – O som foi chegando mais perto e David e David se preparou para a parede traseira começar a empurra-lo. Logo ele ouviu os passos de alguém correndo em direção dele. Então ele a viu. A menina, não mais de treze anos, correndo até ele gritando sua constante pergunta. David estava atordoado demais para reagir. A menina correu até ele e começou a bater em seu peito com os punhos fechados, doeu no começo mas foi enfraquecendo conforme a menina mimada  perdia seu tempo.

    - Ora David... Por que você voltou?

    A menina caiu de joelhos na frente dele, com um soco final contra a perna dele. David ficou ali em choque, com as mãos ligeiramente levantas e tensas. Seu medo começou a diminuir. Ela claramente não era uma ameaça e não parecia um fantasma ou algo assim.

    - Hey – Ele começou. – Está tudo bem. Quem é você?

    A menina saltou levemente em suas palavras. Lentamente, ela levantou a cabeça e olhou para David. Seu coração afundou quando viu seu rosto. Não havia olhos. Absolutamente sem olhos. Apenas uma orbita negra. E quando ela falava, ele podia ver dentro de sua boca. Sem língua e sem dentes, apenas um vazio.


    - Você veio para nos salvar... Não é?


    (Continua...)


  • rosiane2 (BR1)rosiane2 (BR1) Postagens: 108
    valeu 
    rosiane2 @ br 1

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